Celino Cunha Vieira - Associação Portuguesa José Marti / Cubainformación.- Com a recente inauguração da 1ª fase da Zona Especial de Mariel e a realização da Cimeira dos Países da América Latina e do Caribe, tem vindo a intensificar-se o afluxo de empresários de todo o mundo a Cuba para verificarem “in loco” as reais condições para aí desenvolverem os seus negócios, despertando para as potencialidades existentes e as facilidades concedidas pelo governo cubano a quem quer honestamente investir no país, independentemente do bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelos sucessivos governos dos Estados Unidos da América desde há mais de 50 anos e que já causou um prejuízo directo muito superior a 1 bilião de dólares. 


Neste momento e com o desenvolvimento nos mais variados sectores da economia cubana, este injusto bloqueio não só prejudica o povo cubano como também as empresas americanas que desejam expandir-se para um mercado que até aqui lhes tem sido impedido explorar devido às erradas políticas dos seus governantes, que utilizam estes ignóbeis métodos numa clara ingerência condenada pelas mais variadas personalidades e organizações internacionais. 

Um Continente que abarca 35 países e em que 33 fazem parte de uma comunidade que acaba de proclamar por unanimidade a zona livre de armas nucleares, consagrando o princípio de que os conflitos serão resolvidos através do diálogo e da negociação, rejeitando qualquer tipo do uso da força ou ameaça do seu uso, reivindicando a não intervenção nos assuntos internos de outros Estados, o direito à soberania e à autodeterminação, o reconhecimento de que cada povo decida qual o regime económico, político, social e cultural que muito bem entenda, com o fundamento da preservação da paz e da cooperação entre os países membros. 

É evidente que a Comunidade rejeita a presença das bases militares dos EUA e da Grã-bretanha nos seus territórios, em especial em Guantánamo e nas Malvinas, exortando estes países a que procedam à eliminação de armas nucleares que armazenam ou circulam nos seus submarinos na América Latina e no Caribe, assim como à retirada da IV Frota Americana da região que ameaça a paz e a liberdade de cada país. 

Poder-se-á concluir que se o governo norte-americano não admitir os seus erros e não reconhecer estas evidências, ficará cada vez mais isolado e dificilmente poderá recuperar o prestígio e a influência de outros tempos, mesmo que continue a utilizar os meios subversivos que sempre utilizou para se imiscuir nos destinos de outros países, porque na América Latina e no Caribe já são sobejamente conhecidos os seus hediondos métodos. 

A Revolução Cubana serviu de exemplo para a libertação de outros povos e hoje, passados 55 anos do seu triunfo, continua bem viva e actual, sendo reconhecidas e comprovadas internacionalmente as conquistas alcançadas com muitos sacrifícios, mas com uma grande dedicação e dignidade.

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